Abigai

Março 05 2012

Sentada, mergulho nos meus pensamentos, por vezes obscuros, por vezes pacíficos, calmos, outras vezes de dúvida e solidão.

Sentada no escuro, sinto uma presença que acarinha, acalenta este desassossego constante, perturbante.

Esta sensação de abandono, de acusação, de culpa.

É então que me levanto. Ergo-me para melhor ver e sentir, para enxergar a realidade e finalmente perceber que nada mais será igual, que não haverá mais conselhos, mais apoio, que terei que viver por mim, decidir por mim e aprender a lidar com o julgamento alheio.

Percebo por fim que o caminho seguro não é mais aquele que conhecia e seguia, que terei que desvendar novos roteiros para chegar ao destino, que o destino é incerto, acidentado e sinuoso.

Mas é nessa direcção que tenho que seguir.

Apenas falta perceber como.

 

publicado por Abigai às 23:02

Fevereiro 27 2012

 

Abandonado a uma sorte esquecida,

Ignorado,

Só no meio de uma multidão desenfreada,

Intensa,

Pequeno perante a imensidão de um mar revoltado,

Numa viagem sem volta,

Desprovido de qualquer talento diante de uma plateia repleta,

Numa manhã vazia,

Perdido,

Insignificante,

Minúsculo,

Distante,

Um vazio cortante...

Um poço sem fundo...

 

publicado por Abigai às 14:45

Porque foi a primeira palavra do meu filho, e de nada querer dizer, diz-me muito...
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