Abigai

Outubro 25 2010

Acreditar que com paciência e insistência tudo é possível.

Acreditar que com perseverança e persistência se consegue chegar onde outros chegam.

 

 

Sim, acreditar é necessário e premeia quem com firmeza se empenha.

O G. fez o primeiro teste a Português a semana passada.

Como à sexta-feira tem aula de apoio de Português, a professora fez o favor de lhe entregar o teste e a nota.

Chegou a casa maravilhado, felicíssimo com a nota que obteve e fez a alegria dos pais. Obteve um satisfaz pouco, o que significa que teve entre 50 e 59%. Para muitos seria uma má nota, para nós é excelente. Pela primeira vez há já muito tempo, o G. chegou a casa com uma positiva a Português, prova que o esforço compensa.

 

Foi para o G. uma grande conquista: a primeira batalha está ganha mas tem perfeita consciência que ainda falta muito para vencer esta longa guerra do conhecimento.

 

Mas também aí se vê como tudo pode ser relativizado.

No fim-de-semana, a avó veio almoçar connosco, como faz todos os domingos. Está perfeitamente a par das dificuldades do G., mas, tal como o G. e o pai dele antes, é muito distraída e esquece-se facilmente das coisas. Alias, vendo bem e recuando no passado, diria que a hiperactividade dos meus homens vem dela. Pelo convívio, pelo feitio, pelas características todas, diria que também ela é hiperactiva... dizem que é hereditário, pela minha experiência, estou disposta a apostar que sim!

Quando chegou a casa, o G. foi imediatamente mostrar-lhe o teste, cheio de orgulho pela nota que obteve e o desgosto dele não podia ter sido maior: a avó mostrou-se logo desapontada por achar a nota muito fraquinha... esquecendo-se que, tendo em conta as dificuldades do G., o resultado até foi muito bom e um incentivo.

 

De facto, para qualquer um, este resultado, embora positivo, seria fraco.

Para o G. foi muito bom.

Para nós, pais, foi fantástico ver a sua satisfação, a sua alegria.

Agora, é só seguir este ritmo e continuar com o bom trabalho.

 

publicado por Abigai às 19:17

Maio 27 2010

Exitem estudos de todos os géneros e feitios, uns mais úteis do que outros, mais ou menos convincentes, de algum interesse ou sem qualquer utilidade, etc.

Na revista Sábado da passada semana deparei-me com um artigo que me deixou perplexa e, passo a citar:

 

Crianças-Pinóquio têm mais sucesso

 

O seu filho mente? Parabéns, as possibilidades de ele se tornar um adulto bem-sucedido são maiores do que as do filho bem-comportado do seu vizinho.

Segundo um estudo do Instituto da Universidade de Toronto, as crianças que aprendem a mentir cedo ficam com o cérebro mais desenvolvido, o que as torna mais habilitadas para potenciais funções de liderança.

Os cientistas descobriram que mentir envolve inúmeros processos cerebrais, assim como a integração de fontes de informação e manipulação de dados, em proveito próprio.

 

Rematando com "A mentira infantil compensa".

 

Pois bem, nem sei que pensar deste estudo.

Será que devíamos incentivar os nossos filhos a mentir?

Não me parece!

 

publicado por Abigai às 17:18

Porque foi a primeira palavra do meu filho, e de nada querer dizer, diz-me muito...
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